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5 motivos para ler "A Sina dos Seis Monçoeiros"

  Sou autora independente e entusiasta da cultura brasileira. Acredito que a história do Brasil é fascinante e muito pouco explorada. A Sina dos Seis Monçoeiros nasceu de um fato histórico pouco conhecido: as monções,  expedições fluviais que, entre a segunda década do século XVIII e a primeira metade do século XIX , mantiveram contato entre a Capitania de São Paulo e a Capitania de Mato Grosso . Para escrever este livro me inspirei em Noite na Taverna. Nele, cada monçoeiro conta um pouco sobre a sua sina. Apresento 5 motivos para você ler este conto: 1. Baseado em uma história Real Em 1720 nenhuma expedição monçoeira que pegou o trajeto do rio Tietê, em São Paulo, chegou vivo ao arraial de Coxipó, em Cuiabá. Dos que chegaram vivos, em 1721, todos contavam histórias em que haviam perdido amigos, bagagens e serviçais. 2. O “Velho Oeste” Brasileiro Esqueça os cowboys e conheça os monçoeiros! No século XVIII várias pessoas saíram de São Paulo em busca de ouro no centro do país,...

Como nasceu o livro "A sina dos seis monçoeiros"

  Vi um concurso sobre lendas do Brasil e decidi participar.  Comecei a pesquisar sobre o Rio Tietê e logo encontrei muitas histórias. Uma delas, em especial, chamou muito a minha atenção: As monções foram expedições fluviais que, entre a segunda década do século XVIII e a primeira metade do século XIX, mantiveram contato entre a Capitania de São Paulo e a Capitania de Mato Grosso. Em 1720, houve um comboio em que todos faleceram no trajeto. No decorrer desse ano, ninguém que pegou o trajeto do rio Tietê chegou vivo ao destino.  Além de pesquisar na internet sobre o assunto, li o livro Relatos Monçoeiros . Dentre vários trechos marcados, um me chamou a atenção:  "As novas da fertilidade das minas do Cuiabá alucinam as populações. Terra do ouro onde tão vil é o metal que os descobridores, a passarinhar, atiram com os grãos amarelos, para poupar chumbo!" Nossa! Como assim?! Não é à toa que muitos paulistas se aventuraram atrás do vil metal. Comecei a escrever, mas a hi...